terça-feira, 16 de agosto de 2011
Ficou pra hoje...
Gosto de encarar minhas amizades como um grande diálogo, no qual, a conversa sempre flui como se tivesse terminado há poucos minutos. Me causa pequenos mal-estares a eterna necessidade de formalismo entre amigos. Formalismos bobos, que muitas vezes são requisitos da boa educação, mas em outros momentos, só revelam uma latente estranheza: ‘oi, tudo bom? Quais as novidades?’
Eu, particularmente, me sinto incomodada com compridos interrogatórios sobre as novidades das vidas das pessoas. Quem é meu amigo está acompanhando o que há de novo... ou simplesmente, quer apenas desfrutar da conversa, sem qualquer interesse em saber o que tem acontecido na minha vida, mas o que eu tenho acontecido comigo mesma. O formal ‘tudo bem?’ muito pouco demonstra qualquer interesse em saber como a pessoa está. É apenas uma frase repetida à exaustão, cuja função verdadeira é demonstrar que a pessoa não conhece tão bem a outra ao ponto de não perceber que ela está ou não está bem. Amigo de verdade não precisa perguntar se está tudo bom. Pode até perguntar, pelo hábito da boa educação. Aos quais eu peço desculpas, pois não a tenho. Sou do direto ‘eaê? Visse aquele filme ontem?’.
E amigo de verdade, a pessoa passa meses sem ver, mas quando encontra, a conversa flui como se não tivesse terminado ontem.
Eu, particularmente, me sinto incomodada com compridos interrogatórios sobre as novidades das vidas das pessoas. Quem é meu amigo está acompanhando o que há de novo... ou simplesmente, quer apenas desfrutar da conversa, sem qualquer interesse em saber o que tem acontecido na minha vida, mas o que eu tenho acontecido comigo mesma. O formal ‘tudo bem?’ muito pouco demonstra qualquer interesse em saber como a pessoa está. É apenas uma frase repetida à exaustão, cuja função verdadeira é demonstrar que a pessoa não conhece tão bem a outra ao ponto de não perceber que ela está ou não está bem. Amigo de verdade não precisa perguntar se está tudo bom. Pode até perguntar, pelo hábito da boa educação. Aos quais eu peço desculpas, pois não a tenho. Sou do direto ‘eaê? Visse aquele filme ontem?’.
E amigo de verdade, a pessoa passa meses sem ver, mas quando encontra, a conversa flui como se não tivesse terminado ontem.
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